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12 de outubro. 본문

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12 de outubro.

ngubas 2024. 10. 13. 07:45

desculpem-me pelo quão horrenda é a visualização deste layout por celular. tentei organizar as imagens ontem à noite ao perceber a desproporcionalidade em comparação com o que enxergo no desktop, mas que eu saiba não tem jeito. aliás, tem porque vi blogs bem estruturados para mobile no tistory, o problema sou eu que não sei mexer. comprem um computador ou me matem, algo assim. 
 
não sei se todos os meu colegas de internet sabem (é provavél que sim, já que eu não fecho o bico), mas uso óculos desde os quatorze anos. segundo o oftalmologista, os meus pais deviam ter me levado mais cedo para consultar, porque quando comecei a usar, eu já estava com quase três graus de miopia. 
 
pelo convívio noto que minha família toda sempre foi meio relutante em seguir ordens médicas, tanto que hoje em dia tenho o mesmo hábito de não ir aos profissionais com quem devo me tratar. no caso do óculos, se pegássemos estrada eu reclamava de não enxergar placas à distância, e minha mãe jurava ser falação de criança.
 
cá estamos, com vinte anos e possivelmente sete graus de miopia. na última vez que consultei, uns cinco meses atrás, porque lembro que foi logo que passei na entrevista de estágio, eu peguei encaminhamento pra mapeamento de retina e uma outra palhaçada que, também segundo o oftalmologista, deveríamos procurar com urgência porque a rapidez do crescimento do grau pode ir além de miopia.
 
fui? não. mas, em minha defesa, eu estava me preparando para marcar os exames semanas atrás, no entanto, eu também estava em função de mudança (dentro do cubiculo do meu quarto, apenas) e perdi o papel. tentei procurar, mas devo ter jogado fora sem ver. eu guardo muitos, muitos papéis, can't keep a track of each one. 
 
o lado bom é que tenho de consultar logo, aí posso aproveitar a consulta pra pedir um novo encaminhamento. isso se eu tiver que pedir — tenho certeza de que se o grau não subiu pra sete, ele subiu pra oito. o lado ruim é que o meu monitor inventou de queimar nessa mesma mudança e, bom, estou tendo que usar como computador uma tela só um tiquinho maior: a minha televisão.
 
agora o lado ruim é que a minha retina deve estar pedindo socorro, isso porque passo metade do meu dia vidrado em duas telas, uma delas sendo o notebook da empresa e a outra a televisão que agora chamo de computador, qual eu mantenho aberto durante as seis horas de trabalho porque é onde anoto minhas atividades — e ocasionalmente aproveito pra assistir uns videozinhos em expediente, não vou mentir. 
 
já o lado bom de ter uma tela grande (falo grande, mas minha televisão não é lá o que estou descrevendo; de um jeito ou de outro o problema é que os meus olhinhos doem x:) é que o ricky também dobra de tamanho nela.

pokémon feio esse poxa vida

 
ele não é adorável? eu sou o fã número um deste cabelinho pra baixo, adoro vê-lo de franja. esta é mais uma das coisas raríssimas de se presenciar considerando o quão teimoso ele é no quesito aparência. se ele soubesse que até careca eu teria vontade de me avançar nele tal qual um cachorro de rua, nem esquentaria a cabeça com uma bobagem dessas. mas o respeito, o que te fizer feliz me faz também. 
 
mas ainda torço por esse colírio de estilização durante um período inteiro de promoções, no próximo comeback ou no próximo depois do próximo estarei de joelhos pedindo por mais variações de ricky usando camisetas e o cabelo tampando a testa. 
 
até que ele está relevando mais essa mania de elegância na turnê (obrigada pelo trabalho, figurinistas responsáveis, a vocês eu devo a vida), estou amando aquele estilo mais despojado e adolescente utilizado no encore. acho que é a roupa com a qual eles performam and i, sei que essa troca de figurino acontece bem no final dos shows.
 
em compensação, aos meus olhos o ricky segue estonteante independente do que veste, e é irrefutável o fato de que essa natureza finíssima com a qual estamos acostumados combina milhares de vezes com sua vaidade.

 
deixem-me comemorar a interação de hoje. a delicadeza do gyuvin na hora de puxar o ricky pra sentar com ele não me pegou desprevenida, afinal ele sempre trata o bonitão como uma bonequinha de porcela, mas qualquer toque físico compartilhado entre esses dois basta pra me tirar a paz. no fim do dia, não passo de um fudanshi dramático. o ricky me entenderia. 
 
em suma, este comportamento que percebo no gyuvin acerca do ricky é só um dos pontos que aprecio nesse cp. estou mencionando gbrk porque quero chegar na minha fanfic — os haobin interagiram também, acontece que esse nem coça mais —, um dos muitos documentos que tenho guardados no google, das muitas outras fanfics que larguei, o que eu imagino que será o destino dessa. 
 
comecei a escrevê-la assim que terminei carmila mês retrasado (ou antes, me falha a memória) e fui direto para o wikipédia aprender mais sobre o mundinho exuberante do movimento vampiresco. são inúmeras histórias folclóricas das quais eu adoraria elaborar numa ánalise mais complexa, um dia pensarei a respeito, mas por enquanto posso enaltecê-las através de um romancezinho palerma.
 
a minha ideia a princípio era misturar componentes de hannibal — hannigram era o vício do momento em agosto, e eu nem terminei a terceira temporada por uma tendência antiga de largar o que começo —, a fome inexplicável por quem cultuamos, o desespero por trás de desejar pertencer ao ponto de tornar-se um único corpo, junto de uma figura do folclore eslavo que fisgou meu interesse: mare, ou mara.
 
no folclore germânico e eslavo, este é o nome dado a uma criatura noturna que caminha sobre o peito das pessoas enquanto elas dormem, levando-as a sonhar monstruosidades. por algum motivo desconhecido (lê-se para o meu próprio prazer) senti na hora que este meu cp de interesse combinaria bem com um romance baseado nisso.
to her left there’s a seemingly valuable pendulum indicating the time. each swing pierces gyuvin’s brain seeking for escape until the bigger hand advances forward. through the huge window the pitch-dark day is visible, the brownish curtains are tied-up, and the clock denotes it’s 6pm.
 
acima um trecho de parte deste trabalho, que nem está na metade por agora. eu pretendo, sim, continuá-lo, porque seria desperdício descartar uma ideia engenhosa como esta, e pura burrice minha. preciso de tempo livre para narrar mais dos horrores experienciados pelo queridíssimo protagonista, como também sentido ao amor qual desejo expôr. 
 
talvez vocês não saibam, mas já tenho uma fanfic publicada. esta obra inicialmente era uma (nugu) yeonbin que escrevi para matar a minha vontade de sung hanbin. aqui, o intuito era me inserir no meio despretensiosamente por intermédio de algum personagem para tratá-lo como um gatinho mimoso, optei pelo yeonjun de marionete. ademais, este self-insert escrevi a pedido da nini, porque só ela me entende.

 
e por falar em romance, lembrei da jocielen. já adianto que não terminei amnesia, e eu sei que só me faltam alguns poucos dias pra terminar a rota do ukyo (parei no dia sete, por aí, a menos de vinte capítulos do final dos finais), mas ando desinteressada. a rota mais divertida de jogar foi a do ikki, mesmo eu tendo xingado ele bem no comecinho.
 
este personagem é o meu predileto, digo porque joguei todas as rotas exceto a do ukyo — que, me desculpa, elen, pesquisei o desfecho dela para saber. spoiler não estraga a experiência, i stand by this. — e o único que me arrancou boas risadas, deixou minhas orelhinhas alertas de curiosidade. tudo bem que as justificativas pra deslealdade ao longo da rota são absurdas, mas a beleza deve ser um castigo.

 
frisando o que eu comentei lá em cima, e devo ter mencionado vagamente no primeiro dia, costumo largar de mão alguns interesses meus. às vezes encaro estas inclinações como sazonais. uma hora gosto, outra hora gosto mas não me parece o suficiente para entrar de cabeça naquilo por tempo demais.
 
parte disso é porque não dou prioridade a certas responsabilidades por causa de uma insatisfação incômoda enraizada em mim —  um dia falo sobre esta insatisfação com mais calma —, e deixo para lidar com estas responsabilidades em cima da hora. sinto-me esgotada, decerto ansiosa por ter priorizado lazer e acabar tendo que correr para arcar com as consequências.
 
contudo, amigos, nem sempre se aplica. às vezes não termino por preguiça, ou porque fico na expectativa de chegar logo no final de uma determinada mídia e tento me apressar para conversar com propriedade sobre tal mídia com mais amantes dela, mas falho no caminho.
 
por esse motivo admito ter um tico de inveja daqueles sabichões que absorvem com facilidade um bocado de conhecimentos distintos de cada jogo, seriado, livro ou filme que consomem, já que para uma informação entrar de fato na minha cabeça é mandatório que eu perca alguns neurônios neste processo de aprendizado. paciência comigo, eu acho — principalmente minha colega do trabalho.
 
na prática a informação entra, sim, mas na realidade a esqueço para dar espaço a informações que considero úteis, e a maioria nem é. a definição de entrar por um ouvido e sair pelo outro é o meu cérebro. a propósito estou lidando com a bucha neste exato minuto, porque enquanto tagarelo tento lembrar do que li para preencher a prova de gerenciamento e gestão de projetos, e olha que gosto do assunto.
 
falando em ler, vou logo terminar a falação por ora pra continuar lendo o e-book desse módulo, estou contando com noves e dez nesse semestre afinal. deixo aqui a música do dia e o meu beijinho babado na bochecha de cada um dos que me leram cantarolando, prometo que se eu cumprir com todas as minhas obrigações sem chorumelas volto amanhã para dissertar sobre a hero time de mais tarde. sonhem com os anjos, estejam vocês acordados ou não.